Desafios sociais e sensoriais são comuns.
Fazem parte da vida da maioria das pessoas.
No TEA, porém, o esforço para forçar interações sociais, a dificuldade para se adaptar a elas e a sobrecarga dos estímulos diários esgotam o corpo e podem paralisar as atividades diárias. Vale a pena entender o que está por trás disso.
Experiências que podem fazer parte dessa investigação

Sobrecarga Sensorial e Inflexibilidade
- Sensibilidade exaustiva a estímulos do ambiente, como luzes, sons ou texturas, que muitas vezes passam despercebidos pelos outros. - Necessidade de rotinas rígidas e previsibilidade, onde pequenas mudanças ou imprevistos causam intensa angústia. - Esforço mental constante para organizar o mundo ao seu redor.

Esforço Social
- Dificuldade em ler entrelinhas, ironias ou "regras sociais" não ditas, gerando desgaste em interações interpessoais. - Tentativas de forçar comportamentos para se adequar às expectativas da sociedade. - Sensação crônica de não pertencer ou de estar a interpretar um papel para ser aceito.

Interesses Singulares
- Foco fixo em temas específicos, que servem como refúgio e organizam a mente. - Dificuldade em sustentar a atenção, comunicação ou motivação em assuntos que fujam de interesses definidos. - Comportamentos repetitivos sem função específica interpretada por outras pessoas.

Exaustão e Esgotamento
- Sobrecarga crônica gerada pelas exigências de uma vida adulta - Crises de esgotamento ou retraimento (meltdowns ou shutdowns). - Dificuldades em manter relacionamentos estáveis pelo esforço necessário para manter contato.
FAQ
Dúvidas sobre TEA
Algumas dúvidas são comuns durante a investigação do Transtorno do Espectro Autista.
É possível receber diagnóstico de TEA na vida adulta?
Existe um exame único para diagnosticar autismo?
TEA e TDAH podem acontecer juntos?
Sensibilidade a sons, luzes ou texturas pode estar relacionada ao TEA?
O diagnóstico muda o cuidado?
É possível descobrir o autismo apenas na vida adulta?
O diagnóstico de TEA na vida adulta muda alguma coisa?
O autismo é uma condição que se trata com medicação?
QUEM SOU EU
Escuta atenta e cuidado preciso
Atuo com escuta cuidadosa para entender sua história, seus sintomas e o que tem gerado sofrimento. Meu objetivo é construir, junto com você, um caminho de cuidado possível, responsável e individualizado.
Psiquiatra pelo Hospital das Clínicas da UFMG, com formação voltada à avaliação clínica e ao cuidado em saúde mental.
Atuação com ênfase na interface entre sintomas emocionais, funcionamento cognitivo, rotina e qualidade de vida.

Preceptor da UEMG e mestrando em Neurociências pela UFMG, mantendo contato constante com formação médica e produção científica.
Cada consulta considera a história, os sintomas, o contexto de vida e as necessidades específicas de cada paciente.
COMO FUNCIONA A AVALIAÇÃO
Um cuidado construído em etapas simples.
A consulta é conduzida para tentar traduzir o desconforto em caminhos possíveis de melhora, garantindo que cada intervenção respeite o seu momento e as suas necessidades.

5.0
Experiências de quem já passou por atendimento
Relatos de pacientes ajudam a mostrar a experiência de atendimento, sempre preservando a ética, o cuidado e a responsabilidade na comunicação médica.
BLOG
Conteúdos para entender melhor sintomas, diagnósticos, tratamentos e cuidados em saúde mental, com linguagem clara e responsável.






